27 de dezembro de 2011
Mario Balotelli dando diversão ao chato mundo do futebol
3 de novembro de 2011
Somos grandes

6 de outubro de 2011
O melhor dos piores

Quem assistiu ao clássico entre Liverpool e Everton viu que o time azul fazia um jogo equilibrado até a expulsão, injusta, do volante Rodwell aos 30 minutos do primeiro tempo. Mesmo assim, os Reds foram marcar apenas na metade na metade da segunda etapa.
Isso prova que o Everton é um time muito organizado e com bons jogadores. Nas últimas temporadas, acostumou-se a terminar na sétima colocação da Premier League, posição que significa ser o melhor dos piores.
Com um orçamento baixo, o time dirigido há nove anos por David Moyes não consegue enfrentar o top 6, formado por Manchester United, Manchester City, Arsenal, Chelsea, Liverpool e Tottenham. A equipe não faz contratações caras e muda muito pouco o elenco de uma temporada a outra.
Se grandes estrelas não chegam, o clube também não faz muitas vendas, o que garante o entrosamento dentro de campo. Difícil lembrar de jogadores que saíram do Everton para figurar nos grandes clubes do país. Nas últimas temporadas destaco apenas três transações. O jovem Rooney, que desde cedo mostrava potencial para ser uma grande estrela, foi para o Manchester United. O zagueiro Lescott saiu para o Manchester City, enquanto, há poucas semanas, Arteta se transferiu ao Arsenal.
São poucas saídas, se considerarmos que o Everton faz boas campanhas nos últimos campeonatos. O time montado por Moyes não é vistoso e nem conta com grande técnica. Entretanto, é muito competitivo e difícil de ser batido.
O time azul conta com refugos de grandes clubes, como o goleiro Howard, o lateral/volante Phil Neville, o zagueiro Distin e o atacante Saha. As estrelas do time são o ótimo zagueiro Jagielka, o desengonçado volante/meia Fellaini e o meia-atacante australiano Cahill (foto), que, apesar de baixo, é ótimo do jogo aéreo e sempre marca seus golzinhos. Revelações como Rodwell e o meia Coleman também já começam a ganhar espaço.
Mesmo os principais jogadores do time não seriam titulares absolutos em equipes do top 6 (talvez apenas Jagielka). Assim como Arteta, que só chegou com status no Arsenal pois o caos se instalou nos Gunners após a derrota de 8 a 2 contra o rival Manchester United, e já mostrou que não será substituto de Fabregas ou Nasri. O espanhol, assim como Cahill, é apenas um bom jogador.
Nas últimas temporadas, o Everton sempre começa mal e vai se recuperando com o tempo. Passadas sete rodadas, o time é o 13º, mas tem um jogo a menos que os demais. Uma vitória nesse duelo já leva a equipe a 8ª colocação. Uma campanha consistente, com um futebol sólido, mas nunca bonito de se ver. É certo que o Everton será assim. O título de melhor dos piores, isto é, a 7ª colocação, também é muito provável.
23 de setembro de 2011
O começo é bom, o final ninguém sabe
De fato, Hargreaves é bom jogador. Podendo jogar tanto pelas mais diversas funções do meio-campo como também de lateral. Não podemos deixar de ressaltar sua grande passagem pelo Bayern de Munique, que acabou o levando a Old Trafford, onde não se encontrou, para completar, uma série de lesões acabou por sacrificá-lo, fazendo com que todos ignorassem a qualidade do jogador.
Sob certa desconfiança e não jogando um jogo inteiro desde 2006, o meia desembarcou no Manchester City buscando recuperar suas glórias e mostrar, sobretudo ao torcedor inglês, que é capaz de jogar em um grande clube e apresentar o futebol que o levou para a terra da rainha.
Em sua estreia, o meia calou muitos críticos. Diante do Birmingham, equipe da segunda divisão, Hargreaves se movimentou bem, se mostrou totalmente diferente daquele jogador do United e, para fechar com chave de ouro, marcou um gol, mostrando que pode sim ser uma boa opção para Roberto Mancini.
Mesmo acreditanto que o inglês possa render bem, os últimos acontecimentos em sua carreira geram uma incógnita em cima de sua carreira. Com esse começo esperançoso, as expectativas aumentam, mas o final de sua saga pelo City segue como um ponto de interrogação.
"Em um jogo após dois anos, ele precisa de algum tempo para se recuperar. Mas, espero que Hargreaves tenha sorte no futuro". Isto foi o que disse Roberto Mancini, atual treinador do Manchester City, sobre seu novo comandado, mostrando bem o que o jogador precisa: sorte e paciência.
Por: Felipe Ferreira (@felipepf13)
12 de setembro de 2011
Tévez e Agüero juntos no ataque do City. Sim, é possível!
28 de agosto de 2011
Dupla de Manchester no topo
As duas equipes com maiores investimentos do futebol inglês, Manchester United e Manchester City dão mostras que vão brigar entre si ao término da Premier League, desta temporada, para saber quem será o novo ou o velho campeão da Inglaterra. Terminada a terceira rodada do campeonato, a dupla da cidade de Manchester lideram com nove pontos ganhos. Apesar de ser apenas o inicio da competição nacional que tem seu desfecho, em maio de 2012, os dois rivais despontam como favoritos para dispararem na tabela de classificação.
A vantagem no saldo de gols do United (10 á 9) é o que separa os dois times se o campeonato terminasse hoje. Neste fim de semana, o City superou o Tottenham por 5 a 1 fora de casa com destaque para o atacante Dzeko, que deixou sua marca quatro vezes. Já os comandados de Alex Ferguson, venceram outro grande rival, o Arsenal, no Old Trafford, pelo placar de 8 a 2 com show de Wayne Rooney, que fez o had-trick.
Os lideres podem reviver a década de 60 quando as duas equipes, do norte da Terra da Rainha, brigavam diretamente pelo título. Aconteceu, em 1967, ano em que o United conquistou o caneco inglês e, no ano seguinte, foi à vez do Citzens levantar a taça, colocando uma pequena hegemonia na Premier League á época.
Enquanto o United busca a 20ª conquista na Inglaterra, o City corre atrás do terceiro triunfo em sua história.
Os clubes se enfrentam na 9ª rodada do campeonato na casa dos Diabos Vermelhos, sendo o jogo mais esperado pela mídia, pelo menos neste primeiro turno, em função de tudo que eles estão fazendo até o momento.
As equipes que podem tirar nesta temporada o título de Manchester são os londrinos do Chelsea, que mesmo com a má fase técnica, se condiciona como terceira força, seguido pelo Liverpool, em um patamar abaixo.
Liga dos Campeões
O Manchester United está no grupo C da Liga dos Campeões e tem como principal oponente o Benfica. Por isso, não deve ter problemas para se classificar na maior competição de clubes do mundo.
Já o Manchester City não levou sorte com as bolinhas e caiu no chamado grupo da morte com Bayern de Munique, Villareal e Napoli. Mas, com os investimentos que tem neste ano, o Citzens briga pela liderança de sua chave.
Por Gustavo Bezerra - @gugagk
24 de agosto de 2011
Como escalar o Manchester City, Mancini?
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21 de agosto de 2011
A força do Manchester City
Até a temporada 2007/2008, o Manchester City era considerado apenas uma equipe média no futebol inglês e, com menos expressão ainda no continente europeu. Diferente de seu maior rival, o Manchester United, que sempre foi visto como um dos maiores clubes do mundo, conquistando títulos da Premier League e da Liga dos Campões. E, é isto que os novos donos do Citzens pretendem chegar com o time comandado, atualmente, pelo técnico italiano, Roberto Mancini. Tornar o Manchester City em uma das potências de toda Europa. O clube do norte da Inglaterra foi adquirido pelo grupo árabe Abu Dhabi, em meados de 2008. Depois disso, só contratações de nome foram feitas, chamando atenção dos grandes rivais do país e até de times de outras fronteiras.
Hoje, a equipe do atacante Tevez é considerado o clube mais rico do mundo, mais do que o próprio Manchester United e o Real Madrid, que sempre lideraram este ranking. O maior investimento de um time no planeta, nesta temporada, foi do City. Em janeiro deste ano, o Manchester City contratou o centroavante Edin Dzeko, do Wolfsburg, por 35 milhões de euros, sendo a maior negociação da história do futebol alemão.
Com estes números, faz com que os objetivos traçados a alguns anos de seus representantes se firmem cada vez mais no City. Na temporada passada, a equipe azul de Manchester conquistou a Copa da Inglaterra e ficou com a 3ª posição da Premier League, ficando atrás apenas de seu maior rival, o United, (campeão) e o Chelsea.
A expectativa da imprensa e dos próprios adversários é que o Citzens brigue diretamente pelo titulo do Nacional, seu principal objetivo. Além da Liga dos Campeões, Copa da Liga Inglesa e a Fa Cup.
E com a chegada de Kun Aguero, ex-Atlético Madrid, o ataque do City ficou mais poderoso com Dzeko, Aguero, Balotelli e Carlos Tevez, que apesar das sondagens da Inter de Milão, o argentino deve permanecer em Manchester.
Chelsea (3) e Manchester United (4) que se cuide, as duas equipes se revezam desde 2004/2005 na conquista da Premier League, e poder ver nesta temporada que se inicia um forte candidato a frequentar as comemorações de conquista do principal campeonato da Inglaterra nos próximos anos.
Títulos do City na Inglaterra:
Premier League – 2 (1937 e 1968)
Copa da Inglaterra – 5 (1904, 1934, 1956, 1969 e 2011)
Copa da Liga Inglesa – 2 (1970 e 1976)
Super Copa da Inglaterra – 3 (1937, 1968 e 1972)
Recopa Europeia – 1 (1970)
Segunda Divisão – 7 (1899, 1903, 1910, 1928, 1947, 1956 e 2002)
Por Gustavo Bezerra (@gugagk/facebook.com/gustavobezerra)
Resumo dos jogos deste domingo da segunda rodada da Premier League
Por: Márcio Donizete (@marciodonizete)
15 de agosto de 2011
Aguero brilha e City passa fácil pelo Swansea
7 de agosto de 2011
United leva a melhor sobre o City e ganha a Community Shield
Foi um jogo muito movimentado, mas quem começou foram os Citizens, que fizeram dois gols logo na primeira etapa (e diga-se de passagem o goleiro De Gea colaborou bastante para isso). Primeiro com Lescott, num levantamento para a área de David Silva, o zagueiro inglês subiu mais alto que todo mundo e colocou a bola no fundo das redes de Wembley. O segundo num chute de fora da área de Dzeko (que parece mostrar agora o seu valor), ampliou o placar.
Na segunda etapa, com certeza Sir Alex deu um "puxão" de orelha nos jogadores, e os Reds Devils voltaram com tudo. Logo no início, o recém-contratado Ashley Young levantou a bola na área e Smalling tirou o zero do placar do United. E o segundo gol, foi espetacular, numa troca de passes envolvente, o time de vermelho chegou ao empate num belo gol do português Nani. E nos acréscimos, o golpe final. Depois de um "chutão" do United, Kompany dominou a bola no meio, só que Nani foi mais esperto e conseguiu roubar a bola, e carregou a bola até chegar na frente de Hart, driblá-lo de novo e dar número finais a partida. Fato bem curioso, o United fazer um gol de contra-ataque num time comandado por Roberto Mancini.
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| United no 4-4-2 e City no 4-2-3-1 (Ilustração: TacticalPad) Clique na imagem para ampliá-la |
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| United no 4-4-2 e City no 4-2-3-1 (Ilustração: TacticalPad) Clique na imagem para ampliá-la |
Ficha Técnica
Local: Wembley, Londres (Inglaterra)
Horário: 14h30 (local); 10h30 (de Brasília)
Arbitragem: Phil Dowd
Cartões amarelos: Richards, Kolarov, Milner, Yaya Touré, Dzeko (City); Evra, Anderson (United)
Gols: Lescott (38'), Dzeko (45+1'); Smalling (52'), Nani (58', 90+4')
Manchester United: De Gea; Smalling, Ferdinand (Jones), Vidic (Evans), Evra (Rafael); Nani, Carrick (Cleverley), Anderson, A. Young; Rooney, Welbeck (Berbatov).
Treinador: Sir Alex Ferguson
Manchester City: Hart; Richards, Kompany, Lescott, Kolarov (Clichy); Milner (A. Johnson), De Jong; D. Silva, Y. Touré, Balotelli (Barry); Dzeko.
Treinador: Roberto Mancini
Por Arthur Barcelos (@arthurbarcelos_)
28 de julho de 2011
Kun Agüero é blue moon!
Pelo Atlético de Madrid, Agüero marcou 74 gols, em 5 anos. Com isso, o futebol inglês assediou o futebol dele. Há pelo menos dois anos, se falavam muito do Chelsea o levar, mas quem realmente abriu os cofres foi o Al-Zayed, dono do City. O atleta usará a camisa 10 (à princípio) e está com 23 anos de idade. Falando da carreira até parece que ele já tem uns 30, mas seu início precoce no futebol já faz o ter várias histórias para contar.
14 de julho de 2011
Patrick Viera: um volante diferenciado
Em 2002, Vieira ganhou a braçadeira de capitão do time inglês, depois da aposentadoria de Tony Adams. E participou da brilhante campanha do Arsenal na Premier League de 2003-04 que conseguiu ser campeão de forma invicta. E o que seria sua última temporada pelos Gunners, Vieira contribui bastante para que o time alcançasse o título da FC Cup. E em Julho de 2005, o Arsenal aceitou uma oferta de 20 milhões de euros da Juventus da Itália, onde Vieira assinou um contrato de cinco anos, mas que durou apenas uma temporada, já que se transferiu para a Inter, onde ganhou muitos títulos, mas não conseguiu o mesmo destaque que teve no Arsenal, ficou em Milão até 2010, quando voltou para a Inglaterra, só que para o Manchester City.12 de julho de 2011
Vale a pena manter?
O nome da vez está longe de ser um dos melhores clubes que já tentaram contratar Carlitos, mas não deixa de ser importante. O Corinthians já enviou uma proposta que agradou ao argentino, que está disputando a Copa América com sua seleção, tanto que alguns meios ingleses já dizem que o jogador já está certo com o clube brasileiro.
As recentes especulações em torno do jogador nos levam a pensar: vale a pena manter Tévez no City?
Desde que os grandes europeus mostraram grande vontade em contratar Carlitos, o jogador não vem mais apresentando o futebol do qual é capaz. Insatisfeito, boatos não faltam em relação a turbulências do atacante em relação a outros integrantes do elenco. Então, com isso tudo, o jogador não merece este grande desgate da diretoria.
É notório a insatisfação do jogador e, se a diretoria pensasse bem, o venderia Não só porque o jogador não tenha mais colecionado as boas atuações que o trouxeram ao status de craque, mas também pelo fato de isto tudo poder gerar um grande mal-estar no elenco .
Com o dinheiro da venda, que é uma grande merreca para os donos do City, seria possível trazer um outro atacante, talvez de menor qualidade em relação ao argentino, que mesmo com suas birras foi um dos melhores jogadores da Premier League na última temporada, mas que jogará com mais vontade e empenho.
Por: Felipe Ferreira (@felipepf13)
16 de maio de 2011
Ajuda fundamental
A força do elenco do Manchester United foi essencial para o título dos Red Devils; porém, a equipe também deve agradecer a ajuda dos próprios adversáriosO Manchester United quase se complicou na partida contra o Blackburn. Enquanto Kuszczak substituía muito mal Van der Sar e passava insegurança ao seu time, jogadores essenciais como Nani, Giggs e Hernandez eram figuras apagadas em Ewood Park. Por sorte, o desastrado goleiro Robinson garantiu um pênalti ao adversário, que permitiu aos Red Devils empatarem o jogo e garantirem o título.
Um título, aliás, muito merecido. Um dos grandes trunfos dessa equipe foi não ter dependido necessariamente de um jogador para decidir o campeonato. Enquanto Nani (líder de assistências da competição), Berbatov (ainda artilheiro do campeonato) e Giggs capitanearam o time no começo da Premier League, Rooney, Chicharito, Valencia e o já citado meia galês foram essenciais de janeiro para cá. Além disso, os mancunianos tiveram em Van der Sar, Ferdinand e Vidic um trio que formou pilar espetacular na defesa. Dessa forma, após uma leve “Rooneydependência” na temporada passada, o time soube distribuir muito melhor suas responsabilidades em campo e não ter de ficar preso às expectativas do desempenho sensacional de um específico jogador.
Outro fator essencial foi o fato de esse time ter tido uma eficiência impressionante durante a temporada, algo que compensou a falta de brilho de todo o conjunto. Não foram poucas as vezes em que o Manchester United parecia estar jogando mal e pior do que adversário, tanto em casa quanto fora de seus domínios. Porém, atuando de forma segura e conseguindo aproveitar o máximo de chances criadas, os Red Devils certamente conquistaram muitos pontos importantíssimos na briga pelo campeonato.
Talvez foram esses pontos considerados preciosos que tanto ajudaram o Manchester United e tanto fizeram falta a seus rivais. Enquanto os Red Devils coletaram o máximo de pontos possíveis, jogassem bem ou mal (e foi justamente por isso que se especulava tanto um título invicto da equipe de Alex Ferguson), os seus principais adversários sucumbiram diante de longas secas ou períodos de muita irregularidade.
Veja o Arsenal, por exemplo. Foram tantos resultados negativos após a traumática perda da Copa da Liga seguida de eliminações na Champions League e na FA Cup que a equipe não só foi ultrapassada pelo Manchester United como ficou bem distante desta. Se os Gunners tivessem mantido um desempenho no mínimo aceitável, poderiam até mesmo estar conquistando o título – é bom lembrar que o time de Wenger chegou a derrotar os Red Devils no confronto semana de algumas semanas.
O Chelsea foi pelo mesmo caminho. Um desempenho sofrível entre novembro e começo de fevereiro fez com que as chances de título diminuíssem – e a excelente sequência de resultados desde março mostrou que, se os Blues não tivessem vacilado tanto, estariam brigando pela primeira posição, talvez até a frente do Manchester United. Até mesmo o Manchester City teria sorte melhor se não tivesse perdido tantos pontos de janeiro para cá, ao mesmo tempo em que tropeçavam nas convicções defensivas e contestáveis de Roberto Mancini.
Todos esses períodos de crise dos concorrentes do Manchester United foram essenciais para a equipe de Alex Ferguson. Dessa forma, ela pode se recuperar aos poucos do início não tão bom de temporada, quando quase sempre empatavam fora de Old Trafford mas pelo menos não perdiam, ao contrário do que aconteceu com seus rivias. Isso, porém, não tira os méritos dos Red Devils, que foram a equipe mais regular do campeonato e soube aproveitar os tropeços dos rivais para galgar postos na tabela até alcançar a liderança e não mais larga-la.
Enfim, Blackpool? – Após quase três meses sem vencer, o Blackpool derrotou o Bolton em casa por 4 a 3. Porém, a vitória pode ter vindo tardia. Os Tangerines, com 39 pontos, continuam na zona de rebaixamento e terão de buscar um resultado positivo contra o Manchester United em Old Trafford na última rodada. Podem aproveitar o desleixo dos Red Devils? Sem dúvida. Mas também podem esbarrar na solidez que a equipe da casa deverá manter, ainda que só os reservas joguem. Se isso acontecer, bater a frágil defesa do conjunto de Ian Holloway será fácil demais.
Sempre dá para piorar – De certa forma, o problema do Arsenal não foi ter perdido por 2 a 1 em casa, mas sim ter sido derrotado pelo Aston Villa, equipe extremamente irregular e sem mais nada a fazer no campeonato. De qualquer maneira, o resultado evidencia o péssimo momento dos Gunners após a perda da Copa da Liga: de lá para cá, foram só 2 vitórias em 10 jogos. E o que era ruim pode ficar pior: a equipe de Wenger corre o risco de ser ultrapassado pelo Manchester City e terminar a Premier League em 4º. Ou seja: não bastasse o final de temporada ruim, o clube ainda pode ter de disputar a “repescagem” da Champions League. Caso isso realmente ocorra, cabeças vão rolar, principalmente entre jogadores já desgastados dentro do elenco, como Bendtner, Diaby, Denilson e mais alguns...
Imagem: Zimbio








