21 de agosto de 2011

A força do Manchester City

Até a temporada 2007/2008, o Manchester City era considerado apenas uma equipe média no futebol inglês e, com menos expressão ainda no continente europeu. Diferente de seu maior rival, o Manchester United, que sempre foi visto como um dos maiores clubes do mundo, conquistando títulos da Premier League e da Liga dos Campões.

E, é isto que os novos donos do Citzens pretendem chegar com o time comandado, atualmente, pelo técnico italiano, Roberto Mancini. Tornar o Manchester City em uma das potências de toda Europa. O clube do norte da Inglaterra foi adquirido pelo grupo árabe Abu Dhabi, em meados de 2008. Depois disso, só contratações de nome foram feitas, chamando atenção dos grandes rivais do país e até de times de outras fronteiras.

Hoje, a equipe do atacante Tevez é considerado o clube mais rico do mundo, mais do que o próprio Manchester United e o Real Madrid, que sempre lideraram este ranking. O maior investimento de um time no planeta, nesta temporada, foi do City. Em janeiro deste ano, o Manchester City contratou o centroavante Edin Dzeko, do Wolfsburg, por 35 milhões de euros, sendo a maior negociação da história do futebol alemão.

Com estes números, faz com que os objetivos traçados a alguns anos de seus representantes se firmem cada vez mais no City. Na temporada passada, a equipe azul de Manchester conquistou a Copa da Inglaterra e ficou com a 3ª posição da Premier League, ficando atrás apenas de seu maior rival, o United, (campeão) e o Chelsea.

A expectativa da imprensa e dos próprios adversários é que o Citzens brigue diretamente pelo titulo do Nacional, seu principal objetivo. Além da Liga dos Campeões, Copa da Liga Inglesa e a Fa Cup.

E com a chegada de Kun Aguero, ex-Atlético Madrid, o ataque do City ficou mais poderoso com Dzeko, Aguero, Balotelli e Carlos Tevez, que apesar das sondagens da Inter de Milão, o argentino deve permanecer em Manchester.

Chelsea (3) e Manchester United (4) que se cuide, as duas equipes se revezam desde 2004/2005 na conquista da Premier League, e poder ver nesta temporada que se inicia um forte candidato a frequentar as comemorações de conquista do principal campeonato da Inglaterra nos próximos anos.

Títulos do City na Inglaterra:

Premier League – 2 (1937 e 1968)

Copa da Inglaterra – 5 (1904, 1934, 1956, 1969 e 2011)

Copa da Liga Inglesa – 2 (1970 e 1976)

Super Copa da Inglaterra – 3 (1937, 1968 e 1972)

Recopa Europeia – 1 (1970)

Segunda Divisão – 7 (1899, 1903, 1910, 1928, 1947, 1956 e 2002)

Por Gustavo Bezerra (@gugagk/facebook.com/gustavobezerra)

Resumo dos jogos deste domingo da segunda rodada da Premier League

A segunda rodada da Premier League teve sua continuidade neste domningo, com três jogos. Confira o resumo de cada um.

Norwich 1x1 Stoke


O jogo realizado no Carrow Road foi equilibrado e emocionante. No primeiro tempo, o Norwich teve mais iniciativa e chegava mais perto da abertura de placar, e conseguiu aos 38 minutos, com De Laet, que desviou cobrança de falta e fez 1x0. Na segunda etapa, o Stoke foi para cima e cavou uma expulsão do adversário: Barnett foi retirado pelo árbitro Neil Starbrick após conter avanço de Walters, que ficaria na cara do goleiro Ruddy. Pênalti, que o mesmo Walters bateu e o arqueiro dos Canaries defendeu. Desânimo do Stoke? Nada disso. O time insistiu e Jones, aos 48 minutos do segundo tempo, aproveitou cruzamento da direita e deu números finais ao duelo: 1x1. Ambos têm dois pontos em dois jogos na Premier League.

Wolves 2x0 Fulham


O Wolves não começava uma temporada com duas vitórias desde 1998/99. O adversário, Fulham, esteve invicto contra os Lobos na temporada passada (3x1 e 1x1). Teoricamente a partida seria uma parada indigesta para o Wolverhampton, mas a equipe de Mick McCarthy estava animada, após boa estreia contra o Blackburn, na vitória por 2x1. O jogo teve homenagem à Frank Munro, ex-idolo do Wolves, que morreu esta semana. Em campo, os Cottagers se fecharam, esperando a pressão dos mandantes, mas não seguraram. Doyle e Jarvis, no final do primeiro tempo, colocaram os Lobos com 2x0 de vantagem. Na etapa final, o Fulham mexeu duas vezes no intervalo, com as entradas de Dembele e Sidwell, mas esbarraram no goleiro Hennessey, que evitou que o Wolves tomasse um gol. Resultado que deixa o Wolverhampton com 100% de aproveitamento, enquanto os londrinos ainda não venceram no campeonato.

Bolton 2x3 Manchester City


No último jogo do domingo, Manchester City e Bolton fizeram um combate movimentado, com cinco gols. Melhor para o City, que venceu por 3x2 e é líder ao lado do Wolves (o Manchester United, amanhã, também pode ser líder com 100% de aproveitamento), com duas vitórias em dois jogos. O domínio em grande parte dos 90 minutos foi dos Citizens, que marcaram no primeiro tempo com Silva e Barry, o último em um golaço de fora da área. Klasnic diminuiu logo após, em trama com Petrov, que cruzou e o croata completou para o gol. Na segunda parte, o Manchester City ampliou logo no começo, com Dzeko, que ganhou da defesa e bateu na saída de Jaaskelainen. Mas o Bolton voltaram à partida com Davies: 3x2. Com o placar parelho, o duelo ficou mais equilibrado, mas o City segurou e conseguiu o triunfo em pleno Reebook Stadium. O Bolton Wanderers permanece com três pontos e viu ser freado após golear o QPR por 4x0, na rodada inaugural.

O Campeonato Inglês fecha a segunda rodada com o jogo entre Manchester United x Tottenham, amanhã, no Old Trafford, às 16h (de Brasília).

Por: Márcio Donizete (@marciodonizete)

20 de agosto de 2011

Resumo dos jogos deste sábado da segunda rodada da Premier League

A segunda rodada da Premier League foi iniciada neste sábado com seis jogos. Confira o resumo de cada uma das partidas.

Sunderland 0x1 Newcastle



No duelo que abriu a jornada, o Sunderland começou melhor e atacou o Newcastle. Jogando em casa, no Stadium of Lights, os Black Cats criaram chances, principalmente com Sessegnon e Larsson, mas a bola não entrou, ora por Krul defendendo, outrora pela bola tirada em cima da linha por Barton, supostamente com o braço. O árbitro Howard Webb mandou seguir. Preso na defesa no primeiro tempo, os Magpies se arrumaram na etapa final e conseguiram organizar mais jogadas de ataque. E foi o Newcastle que abriu o marcador com Ryan Taylor, de falta, aos 17 minutos. O técnico Steve Bruce mexeu rapidamente no Sunderland, mas não adiantou nada e viu seu time perder em casa o clássico do nordeste inglês (chamado de Tyne-Wear Derby).

Arsenal 0x2 Liverpool


O primeiro clássico de times grandes da temporada teve desfecho ruim para o Arsenal, que perdeu por 2x0, mesmo jogando no Emirates Stadium. O time até que foi bem, criou algumas oportunidades, com Frimpong e Nasri (um dos poucos que se salvaram das vaias), mas também se expôs ao contra-ataque. Carroll e Adam davam trabalho à Szczesny. No segundo tempo, os Gunners tiveram boa chance com Van Persie, mas Reina salvou. Perto do fim, o Arsenal levou o castigo. O primeiro gol dos Reds foi de Ramsey, contra, após falha generalizada da defesa; e o segundo foi de Suárez, que tocou pras redes sem goleiro. A fraca atuação dos londrinos fizeram a torcida vaiar o time no final do jogo. Para o Liverpool, a vitória levou a equipe para quatro pontos em dois jogos.

Swansea 0x0 Wigan


Na primeira partida do Swansea como mandante na Premier League, o time não saiu do zero contra o Wigan. Mas o jogo não foi tão ruim como o resultado sugere. No primeiro tempo, os Cisnes tiveram a iniciativa e o Wigan se fechava, explorando o contra-ataque. O placar não foi aberto porque o Swansea teve incompetência na hora da finalização. Nos 45 minutos finais, o duelo foi mais equilibrado e o Wigan poderia ter vencido em um pênalti, mas Watson perdeu, quando bateu e Vorm defendeu. É o primeiro ponto dos Cisnes na volta à primeira divisão. Já os visitantes foram para o segundo empate em dois jogos.

Everton 0x1 QPR


A estreia do Everton (não jogou na primeira rodada diante o Tottenham devido aos ataques em Londres) não foi das melhores. O QPR foi ao Goodison Park mordido pela goleada sofrida na primeira rodada (4x0 do Bolton) e foi determinado a tentar pontuar. E aos 30 minutos, o time conseguiu isso, com Tommy Smith, que fez 1x0. Na etapa final, os Toffes pressionaram desesperadamente, mas sem sucesso. Os Rangers se recuperam da humilhação de sábado passado e conquistam seus três primeiros pontos na Premier League.

Aston Villa 3x1 Blackburn


Aproveitando a fragilidade do adversário, o Aston Villa venceu com tranquilidade o Blackburn por 3x1, no Villa Park. Agbonlahor e Emile Heskey colocaram o Villa com 2x0 de vantagem no primeiro tempo. O Blackburn não conseguia sair para o jogo e tomou ainda mais sufoco. Na etapa final até conseguiu diminuir com Pedersen, mas logo levou o terceiro, com Darren Bent. Com isso, o Aston Villa foi para quatro pontos. Já o Blackburn segura a lanterna, com ainda nenhum ponto.

Chelsea 2x1 West Bromwich


Na partida que fechou o sábado, o Chelsea, a duras penas, venceu o West Bromwich por 2x1, em Stamford Bridge. Mas o resultado apertado foi o de menos para o técnico André Villas-Boas, que venceu oficialmente seu primeiro jogo pelos Blues. No primeiro tempo o WBA logo abriu o placar, com Long, depois de Ramires errar passe no meio-campo. O Chelsea esbarrou no meio-campo do adversário, devido a forte marcação que o WBA tinha. Na etapa final, os londrinos mudaram de atitude e empataram com Anelka, aos 8. Porém, o West Bromwich também assustava com Scharner. Fernando Torres, apagado, deu lugar a Drogba, e isso fez os Blues melhorarem ainda mais no poder ofensivo, tanto que, aos 38 minutos, Malouda empurrou para as redes, após jogada de Bosignwa, definindo a vitória do Chelsea, que foi para quatro pontos na Premier League. Os Baggies seguem sem ganhar, com duas derrotas.

A rodada será completada neste domingo com Wolves x Fulham, Norwich x Stoke City e Bolton x Manchester City. Na segunda-feira, Manchester United x Tottenham se enfrentam no Old Trafford.

Por: Márcio Donizete (@marciodonizete)

16 de agosto de 2011

Para que torcer para um time europeu?

Bom, tive que escrever hoje em um dia que não é o habitual, mas o assunto foi tão polêmico que abri uma exceção. Estourou nesta terça-feira uma coluna do jornalista Adriano Pessini, do jornal Agora SP, que fala sobre torcidas artificiais e ele citou a Arsenal Brasil (@arsenal_brasil) como uma delas. 

Segundo o "jornalista" (sim, entre aspas mesmo, vocês vão entender lendo o post) nesta publicação do último sábado, os fãs "gunners" são organizados, fizeram uma revista oficial e têm o reconhecimento do clube londrino. Até aí tudo bem, mas aí vem a pergunta dele: "para quê?" 

A coluna continua com a argumentação dele, que diz que o verdadeiro torcedor vai ao estádio, xinga, incentiva, vibra com as jogadas, abraça os companheiros na hora do gol, enfim, vive o futebol "in loco". Para Adriano, a torcida Arsenal Brasil é artificial porque não vai ao estádio viver o futebol. Mas meu amigo, você está enganado. Não imagina o problema que criou.

O Campeonato Inglês cresceu muito no país e tem tomado espaço do próprio futebol brasileiro, que, convenhamos, está cada vez mais decadente. Os jogos sonolentos no Brasileirão fazem o telespectador migrar para a Premier League, que dificilmente você vê um jogo ruim. Não necessariamente precisa estar no estádio para viver o futebol. A tecnologia permite que você veja até na palma da sua mão uma partida do seu time. E muitas vezes a emoção está maior assistindo dentro de casa ou fazendo um churrasco com os amigos do que propriamente dentro do estádio, que dependendo do jogo, é arriscar a vida na arquibancada. Só porque os torcedores estão longe do seu time não significa que eles não vivem o futebol. E a questão de dinheiro? A Arsenal Brasil pode ir em todos os jogos do Arsenal no Emirates Stadium? Obviamente que não. 

São elos como esse, de pessoas que estão distantes do seu clube, mas que ao mesmo tempo estão perto dele, que fazem o futebol tão sensacional, que fazem com que o time que está longe venha até seu país e aproxime a relação com os fãs. Pelo o que sei, não conheço nenhuma lei que seja obrigado a torcer pela equipe do país em que nasceu. Cada um torce para quem bem entender, para aquele time que ele se sinta bem, feliz, e com prazer de acompanhar. O futebol não tem fronteiras.

Adriano Pessini, leia e acompanhe futebol internacional antes de pagar esse mico. Abaixo, leia, na íntegra, a coluna dele no Agora SP e tire suas conclusões.

Por: Márcio Donizete (@marciodonizete)

15 de agosto de 2011

Aguero brilha e City passa fácil pelo Swansea

Aguero marcou dois e deu uma assistência. Foto: Reuters

O Manchester City estreou nesta segunda-feira pela Premier League e passou fácil pelo Swansea, do País de Gales, por 4x0, em jogo realizado no Etihad Stadium (antigo City of Manchester Stadium). Destaque para o argentino Kun Aguero, que estreou oficialmente pelo clube e fez dois gols, além de dar uma assistência.

No primeiro tempo foi um duelo de ataque contra defesa. O City tinha a iniciativa e o Swansea se fechava, e bem. Vorm, goleiro que estreava pelo time galês, defendia como podia o ataque poderoso dos "blue moons". Micah Richards e David Silva testaram Vorm, que também teve que contar com a sorte da trave, também uma barreira dos Citizens, em duas oportunidades.

Mas na etapa final a defesa do Swansea não conseguiu segurar a força azul clara. Aos 12 minutos, Dzeko aproveitou rebote do goleiro e fez 1x0. Depois, Aguero entrou no jogo e mudou ainda mais a história do duelo. Na primeira chance, Vorm defendeu o chute de Kun. Mas na segunda, aos 23, o craque fez 2x0 com o gol livre, após passe na pequena área de Richards.

O terceiro foi de Silva, que tocou pro gol aos 26 minutos. A jogada foi de Kun Aguero, que deu um chapéu em Vorm, mandou a bola para trás e o espanhol pôs para rede. Para terminar, o marido da filha de Maradona chutou de fora da área e completou o placar: 4x0. Nada mal para uma estreia. Aliás, foi bem acima das expectativas. O Swansea já pode perceber que o Campeonato Inglês da primeira divisão é bem diferente da segundona e terá trabalho para se manter nela.

Por: Márcio Donizete (@marciodonizete)

Manchester United reservará fortes emoções no gol

O espanhol De Gea ainda não se adaptou à Manchester. Foto: Reuters

Van der Sar se aposentou há menos de três meses e certamente deve ter o nome ventilado pelos lados de Old Trafford para regressar ao futebol. De Gea, goleiro recém chegado ao Manchester United, não começou bem a temporada. Quase deixou os Red Devils na mão por duas vezes.

Uma foi na Supercopa da Inglaterra, onde falhou nos dois gols do Manchester City, tanto em bola aérea (no gol do Lescott), como na bola baixa (no gol do Dzeko). Se não fosse o ataque eficiente do United, teria custado o título diante de seu adversário. A camisa 1 está pesando ao jovem arqueiro espanhol. A responsabilidade em substituir um ídolo recente afeta a cabeça do jogador. Segundo Alex Ferguson, o idioma  é o problema de De Gea. Pode ser mesmo um fator, porque em qualquer situação em que uma pessoa vai para um país que desconhece a língua local, ela acaba com dificuldades nas ações que realiza.

No último domingo, na estreia do clube na Premier League, mais uma vez o goleiro falhou, no gol de Long pelo WBA. E a duras penas, o United saiu com a vitória por 2x1, mas conseguiu o resultado perto do fim da partida. Um pequeno sinal amarelo acende nesse setor. O elenco tem Lindegaard, dinamarquês, na reserva da meta. Segundo a mídia inglesa, é o jovem sucessor de Peter Schmeichel, que foi um dos grandes nomes no gol da Dinamarca.

Peter Schmeichel brilhou nos anos 90 pelo United. Foto: Getty Images

Mas falta experiência. Eu coloquei no meu twitter (@marciodonizete) que a diretoria do Manchester deveria ter contratado Shay Given (experiente irlandês de sucesso no Newcastle), no meu ver, um excelente goleiro, que foi dispensado pelo City e foi de graça ao Aston Villa. Van der Sar chegou aos Red Devils após os 30 anos também (Given tem 35), e foi um tiro certeiro. Se Given viesse, também poderia acontecer isso, porque não preciso falar do potencial deste goleiro, né? Todos já sabem o quanto ele é competente.

Enquanto De Gea tenta se adaptar, a temporada, à princípio, reservará fortes emoções debaixo dos três paus do Manchester United.

Por: Márcio Donizete (@marciodonizete)

14 de agosto de 2011

A saída de Fábregas do Arsenal


A contratação mais badalada, pelo menos por enquanto, neste inicio de temporada europeia é certamente a ida do espanhol Fábregas para o multicampeão Barcelona. O volante ex-Arsenal vai fazer muita falta à jovem equipe comandada por Arséne Wenger.


Cesc Fábregas era a referência no meio de campo dos Gunners rodeado de promessas, com exceção do meia Rosicky. Por isso, nestes primeiros meses a equipe de Londres sofrerá um pouco para encontrar um substituto á altura.

Mas, o técnico que treina o Arsenal desde 1996 saberá repor esta ausência muita sentida por seus apaixonados torcedores. Ramsey atuou na posição do espanhol nesta primeira rodada da Premier League, e, poderá ser o jogador da saída de bola que o Arsenal precisa para se fortalecer após a saída de seu principal jogador.

O meio-campista foi revelado pelo Barcelona, em 1997. E, em 2003, que o jovem atleta se transferiu para o Arsenal (disputou oito Campeonatos Ingleses). De lá pra cá ele só defendeu as cores do time inglês. Mesmo com várias investida de Real Madrid e do próprio Barcelona em temporadas anteriores.

Mas, neste domingo (14), o anúncio feito pelo clube que o revelou foi à certeza de que Fábregas queria voos maiores em sua carreira. Em sua infância, ele torcia pelos blaugranas.

A escolha de Cesc foi muito bem trabalhada, o Barcelona é o atual campeão da Liga dos Campeões e da Liga da Estrelas. Hoje, decide a Super Copa da Espanha com o seu maior rival, o Real Madrid. Sem contar que, em dezembro, a equipe Catalã disputa provavelmente com o Santos o Mundial de Clubes.

Se por um lado, o técnico Arséne Wenger terá sérios problemas para escalar o time sem o craque, por outro lado, Josep Guardiola poderá formar a equipe a ser batida neste ano na Europa e também no resto do mundo. Que já tem Daniel Alves, Xavi, Iniesta, Lionel Messi, David Villa.

Em 212 partidas pelo Arsenal, Fábregas anotou 35 gols. E conquistou apenas dois titulos com os Gunners. A Copa Da Inglaterra (2004/2005) e a Super Copa da Inglaterra (2004).

O Barcelona realizou o investimento de 34 milhões de euros para balançar com todo o futebol não só da Espanha e Inglaterra, mas também o de toda Europa.

Por Gustavo Bezerra (@gugagk e Facebook.com/Gustavobezerra)