28 de dezembro de 2011

O principal problema do Newcastle não se chama Copa da África




O Newcastle venceu na última segunda-feira o Bolton no Reebok Stadium por 2 a 0 e quebrou um jejum de quase 2 meses e 6 jogos sem vitória (o último triunfo havia sido diante do Everton na 11º rodada — 2 a 1 no St. James Park). Os Magpies foram a 30 pontos e possuem boas chances de chegar à zona dos times que se classificam para a UEFA Champions League, principalmente se considerarmos que os seus concorrentes – Chelsea, Arsenal e Liverpool – tropeçam demais ao longo da Premier League. Porém, para isso o alvinegro do Norte precisa se reforçar em um setor, e diferente do que muitos pensam este não é o ataque.

É fato que Demba Ba foi essencial e decisivo em várias partidas, como contra o Stoke City, na qual fez os três gols na vitória por 3 a 1. Mas se a solução fosse apenas ele, o time não ficaria tanto tempo sem vencer. O francês naturalizado senegalês marcou 14 dos 25 gols do Newcastle no campeonato e esteve em campo nestes 6 jogos sem êxito. A maior dificuldade está sendo arrumar um substituto para Steve Taylor, que provavelmente só voltará a campo na próxima temporada.

Perch entrou em seu lugar, mas não apresenta o mesmo nível de atuações, tanto que Williamson ganhou uma oportunidade contra o Bolton. O camisa 6 pode até agarrar o posto e formar dupla com Coloccini, mas não deve responder à altura. Alan Pardew pode aproveitar a janela que abrirá dentro de alguns dias e solicitar a contratação de mais um defensor, para garantir que não faltarão opções até maio.

Quanto à lateral-esquerda, Ryan Taylor cria muito mais jogadas do que Santon. Nem é preciso avaliar a qualidade técnica do italiano; afinal, se fosse bem na Internazionale, porque não continuou na equipe de Milão? O corpo do meio campo está bem formado, ainda mais com o retorno de Tiotè. Ele se juntou a Cabaye, Obertan e Jonas Gutiérrez e compuseram a segunda linha de quatro no último jogo; na minha visão, formam a melhor combinação possível no atual elenco dos Magpies.

Já em relação ao ataque, Demba Ba se ausentará em janeiro por causa da Copa da África, a qual disputará por Senegal. Não é uma tragédia, pois Shola Ameobi e Ben Arfa, jogando um pouco mais adiantado, são capazes de substituí-lo. E assim caminhará o Newcastle para o início de 2012, buscando uma vaga para a UEFA Champions League da próxima temporada. A vitória diante do 19º colocado não pode ser desvalorizada, o Bolton vinha animado após fazer 2 a 1 sobre o Blackburn. Os Magpies podem surpreender muita gente se jogarem tudo o que sabem.

27 de dezembro de 2011

Mario Balotelli dando diversão ao chato mundo do futebol


Por: Felipe Ferreira (@felipepf13)

Não a como negar que o mundo do futebol está ficando cada vez mais chato. Tomando proporções pragmáticas, os jogadores não podem demonstrar um pouco de irreverência e/ou fazer algumas loucuras que a imprensa já os condena. Acabando por obrigá-los a seguir uma certa noção de comportamento, como se os atletas fossem robôs e não jogadores de futebol.

Contudo, um jogador vem mudando tal estigma e dando graça ao mundo do futebol. Este é o mais do que irreverente Mario Balotelli, irreverente pra uns, polêmico pra outros, idiota para muitos e gênio para poucos.

O italiano, que chegou em 2010 ao Manchester City, coleciona atitudes, no mínimo, estranhas. A última delas é mais do que curiosa. Super Mario pagou uma rodada de 1000 libras pra toda a galera no bar e depois de tal atitude, foi a igreja. Comum? É óbvio que não.

No Natal, o italiano saiu vestido de Papai Noel pelas ruas de Manchester distribuindo dinheiro para moradores de rua. Mostrando que apesar de tantas loucuras, tem bom coração.

Se não bastasse estas atitudes, Mario sempre se mostra em posição marrenta, chegando até mesmo a dizer que apenas Messi era melhor que ele. Sem contar o fato de ter ido visitar um hospital com seus companheiros em um dia e no outro ter saído no tapa com Micah Richards em um treino.

Em meio a todas estas ações, o atacante do Manchester City ainda arranja tempo para desrespeitar ordens de Roberto Mancini. Entre estes desrespeitos, vale ressaltar o fato dele ter tentado um gol de letra quando era pra ter chutado em um amistoso de pré-temporada, além de certa vez ter desacatado o técnico italiano ao deixar a concentração para jantar com seus amigos e dançar em uma boate.

Por fim, uma das mais marcantes. No clássico do dia 23 de outubro, em que o City enfiou 6 a 1 no United, o jogador fez dois gols e ao comemorar um dos gols (seu primeiro), ergueu sua camiseta e em baixo havia outra peça de roupa com a inscrição: "Why Always Me?" (Por que sempre eu?), isto, em alusão aos problemas que arrumava e acaba por levar a culpa, sem contar o fato de estar sempre estar marcando gols e querer colocar sua tradicional marra em campo.

Ainda se deve citar o fato de Balotelli ter incendiado sua casa após soltar rojões dentro dela, ter sido flagrado traindo sua namorada. De fato, um jogador MUITO diferente dos demais.

Bem, Mario Balotelli pode ter muitos defeitos e fazer muitas loucuras, porém, vem em uma boa fase e é importante para seu time. Além de que, ele merece uma salva de palmas por não seguir a noção de comportamento, manter seu jeito louco e irreverente. E tudo isso faz com que todos os amantes de futebol se divirtam no chato mundo futebolístico.

22 de dezembro de 2011

O buraco é mais embaixo...


Por: Felipe Ferreira (@felipepf13)

Antes de ver os investidores indianos chegarem ao clube por meio da empresa Venky, o Blackburn nunca foi um time brilhante, porém, não decepcionava seu torcedor, que viu a equipe chegar as semifinais tanto da Carling Cup como da FA Cup, sem contar que os Rovers sempre estavam na parte de cima da tabela brigando por uma vaga nas competições europeias, conquistando uma vaga três vezes nos últimos cinco anos.

Contudo, no dia 19 de novembro de 2010, a coisa começou a mudar em Ewood Park. Os indianos da empresa especializada em produtos farmacêuticos, além da produção de carne de frango, compraram o clube e mostraram que o sofrimento do torcedor do Blackburn não seria pequeno. 

Não tardou para que a primeira  decisão polêmica fosse tomada e Sam Allardyce acabou demitido. Steve Kean assumiu a equipe e a coisa piorou. Acostumado a terminar ao menos no top 10, os Rovers foram obrigados a se contentar com o inexpressivo 15° lugar ao fim da temporada 2010-2011.

Para a temporada 2011-2012, a confiança recaída sobre a equipe não era dos melhores. Com um técnico limitado (Steve Kean) e um elenco sem muitas alterações em relação ao da última temporada, a promessa de que a empresa Venky levaria o time ao topo da tabela parecia não acontecer e a realidade foi totalmente oposta.

Não conseguindo se encontrar desde o início do campeonato, o Blackburn já se encontra a três jogos sem vencer e a mais recente atuação contra o Bolton, que culminou em derrota de 2 a 1 e o ganho da lanterna da Premier League, mostrou que realmente as coisas estão uma bagunça e os enormes protestos da torcida são inevitáveis.

Steve Kean é limitado, não é nenhum salvador, de fato, não seria o homem ideal a levar para o topo do tabela. O treinador trabalha de acordo com sua capacidade, sem contar que os recursos oferecidos e o que ele tem em mão não possuem enorme qualidade, e, neste fato, a culpa recai sobre os donos do clube, que nunca se convenceram de que o escocês não era o homem certo para assumir o clube, além do fato de bons nomes a serem contratados é uma utopia, já que para essa essa temporada apenas inexpressivas promessas foram contratadas, ou seja, acima de tudo o elenco precisa ser melhorado.

Demitir Kean? Sim, é um fato compreensível. Mas, o buraco é mais embaixo, consertar a bagunça interna que o clube vive desde a chegada da Venky e melhorar o plantel podem fazer com que o torcedor dos Rovers volte a ter paz com seu time.

2 de dezembro de 2011

Os problemas do Chelsea de André Villas-Boas

Contratado a peso de ouro, o técnico André Villas-Boas não conseguiu repetir no Chelsea o sucesso e o jogo eficiente que teve no Porto

Por: Felipe Ferreira (@felipepf13)

Quando contratado no início da temporada por nada mais nada menos que 15 milhões de euros, sob o salário de 5 milhões de euros anuais, o torcedor do Chelsea acreditou que a chegada do técnico André Villas-Boas ao time de Stamford Bridge, ainda mais após o português ter tido uma esplendorosa temporada frente ao Porto, tinha muito a somar ao time e render uma crescente enorme. Porém, as expectativas não atenderam e até mesmo a queda do treinador já foi especulada.

Desde que assumiu os Blues, Villas-Boas treinou a equipe em 21 jogos, nestes, obteve 11 vitórias, 4 empates e 6 derrotas, se não bastasse isso, os torcedores convivem com as  ruins e irregulares atuação da equipe, que cambaleia na Premier League, já caiu fora da Carling Cup e encontra diversas dificuldades na UEFA Champions League. De fato, tal temporada é de longe um mar de rosas para o torcedor do Chelsea, mas uma coisa é muito bom ressaltar, o buraco não é tão superficial assim e o time já se vê com dificuldades em todos os setores.

A defesa é o setor mais preocupante. Jogadas 13 partidas na Premier League, os comandados de André Villas-Boas já sofreram 17 gols. Na temporada 2004/05, ano em que Mourinho conquistou o campeonato nacional, o Chelsea deteve a marca de apenas 15 gols contras, mostrando que a fama de sólida defesa não é mais a mesma.

Os problemas defensivos nessa temporada vão muito da dupla de zaga, Terry e David Luiz, não exprimem extrema confiança, sem contar as falhas de ambos, que vão desde a saída de bola (problema de Terry) até as saídas constantes ao ataque (problema de David Luiz). A lateral-direita segue como uma incógnita, muito em função de que um nome de confiança não foi encontrado até hoje, na esquerda, Ashley Cole não é mais o "porto-seguro" que demonstrava ser de seus primórdios em Stamford Bridge.

Sem Essien, o Chelsea tem opções de sobra para usar na condição de volantes, mas, poucos, demonstram a mesma tranquilidade do ganês, sem contar o fato de que nenhum deles encontra facilidade na criação de jogo, restando o trabalho para o irregular Frank Lampard, que vem oscilando muito, novamente. Mata consegue encaixar uma boa sequência de jogos, mas não se mostra em condições de ser a maior referência no meio-campo. Malouda perdeu espaço desde a chegada de Villas-Boas e vem a ser mais uma carta fora do baralho. Somado a tudo isso, vem o fato de que o treinador português ainda não encontrou a maneira ideal de armar tal setor.

O ataque é o que menos preocupa, mas também vem a causar dor de cabeça no técnico que ganhou tudo com o Porto na última temporada. Daniel Sturridge, após ter tido uma boa passagem por empréstimo pelo Bolton, ganhou espaço, não vem decepcionando e é um dos poucos que se salvam em uma equipe tão pouco elogiada. A incógnita é o parceiro de Sturridge, Torres nunca convenceu, porém, segue sendo o queridinho de Villas-Boas, já Drogba, mesmo com números superiores, vem esquentando o banco e pode acabar até mesmo por deixar a equipe, pelo fato do português ter certo receio em lançar dois atacantes de força. As demais opções são Kalou, que é de longe um brilhante atacante, o insatisfeito Anelka e o jovem Lukaku.

O buraco do Chelsea pode ser mais embaixo. Por ainda não ter conquistado a diretoria e a torcida, muito em função de não ter correspondido o seu alto salário, André Villas-Boas vem sendo ameaçado e, mesmo dizendo que deve seguir até o fim da temporada, a sombra de Gus Hiddink vem seguindo o português, que caso não venha a convencer, não demorará a ser sacrificado.

24 de novembro de 2011

Parou no tempo


O sucesso no futebol é temporário. O craque de hoje é o passado amanhã. As equipes de sucesso também não duram muito tempo, a não ser que vivam se renovando taticamente e melhorando tecnicamente. Para isso, a maior parte do elenco tem de ser jovem, como o Barcelona de Pep Guardiola. Se essa juventude não está presente, os nomes têm de mudar. Ficar preso aos velhos craques faz com que seu time ande para trás e perca espaço frente aos concorrentes.

É exatamente isso que vem acontecendo com o Chelsea. Potência financeira desde que o russo Roman Abramovich assumiu o clube, os Blues estão na quinta colocação da Premier League, a nove pontos de distancia para o líder Manchester City. Na Champions League, depois de perder para o Bayer Leverkusen nesta quarta-feira (23), fará um jogo decisivo contra o Valência na luta pela segunda colocação do grupo E.

Apesar de muitos apontarem o novo técnico André Villas Boas como o principal culpado, não dessa forma. Grande parte do elenco que atuava sob o comando de José Mourinho permanece no clube e, por força natural do tempo, não está mais no auge de suas carreiras. Nesse exemplo se enquadram Cech, Ashley Cole, Terry, Essien (constantemente machucado), Lampard (foto), Malouda, Anelka (que chegou com Hiddink) e Drogba.

A esses, somam-se Ivanovic, Mikel, Alex, Ramires e Raul Meireles, bons jogadores que podem fazer parte do elenco mas não tem qualidade para serem protagonistas. Bosingwa e Kalou são exceções e já deviam ter ido embora há muito tempo.

E qual foi a renovação dos últimos anos? Quase nada. Além de Meireles, chegaram Mata,David Luiz e Fernando Torres, enquanto o jovem Sturridge ganhou espaço entre os mais experientes. A única contratação de impacto foi o espanhol Mata. David Luiz pode ser um dos principais zagueiros da Liga, mas ainda tem alguns pontos para evoluir. Torres parece que desaprendeu a jogar futebol e Sturridge demonstra ter muita qualidade, mas ainda é uma aposta.

Pela força do elenco, o Chelsea tem tudo para ficar entre os quatro primeiros da Premier League e ser um adversário duro no mata-mata da Champions League. Porém, para ser campeão de um destes torneios, precisa de jogadores acima da média e no auge de seus rendimentos. Isso, atualmente, o Chelsea não tem. Enquanto a renovação não desembarcar em Stanford Bridge, os Blues serão coadjuvantes. Riquíssimos coadjuvantes.

12 de novembro de 2011

O sucessor de Paul Scholes, Tom Cleverley

Por Gustavo Bezerra - @gugagk

Depois da aposentadoria de Paul Scholes, o técnico do Manchester United, Sir Alex Ferguson, procura um jogador á altura para suprir a ausência de um dos seus melhores atletas nesses 25 anos no clube inglês.

Em tempos de crise financeira na zona do euro, os times acabam sentindo este reflexo negativo nas bolsas européias. Com isto, o número de contratações de grandes jogadores estão cada vez mais escasso.

Pensando em uma alternativa mais econômica, e que pode render frutos no futuro, a direção do United está investindo pesado na base. Formado nas divisões inferiores dos Red Devil’s, o volante Tom Cleverley, é uma das apostas de Ferguson para comandar o meio campo do Manchester United na década.

O jovem de apenas 22 anos foi emprestado para Leicester City, Wigan e Watford para adquirir experiência e, depois disso, Cleverley retornou a equipe do norte da Inglaterra, principalmente após a confirmação da saída definitiva de Scholes, um dos homens fortes do grupo mais que vitorioso do United nos últimos anos.

Natural de Basingstoke, Cleverley, inclusive, já chamou atenção de Fábio Capello, que o convocou para representar a seleção inglesa, porém, uma lesão adiou sua estreia.

‘’ Tom é uma das brilhantes promessas do futebol inglês ’’, afirmou Ferguson a TV United.

A confiança no meio-campista é tão grande que o Manchester United anunciou a renovação de contrato de sua joia por mais quatro anos. Agora, Cleverley precisa provar em campo que o maior clube do país não está equivocado em apostar suas fichas em seu futebol para manter o espírito vencedor que consagrou a era Sir Alex Ferguson.

3 de novembro de 2011

Somos grandes


Por: Henrique Munhos (@HenriqueMunhos)

Um time de grandeza mundial não surge de uma hora para outra. Desde 2008, quando foi comprado pelo Shiek Mansour, todo mundo espera que o Manchester City se torne essa potência. Desde então, apenas um título, que foi a Copa da Inglaterra na última temporada. A classificação para a Champions League também veio somente para esse ano. Muito pouco para quem gastou rios de dinheiro ano após ano.

Finalmente, o panorama mudou. O Manchester City foi consertando os erros pouco a pouco e avisou que seria candidato a tudo que disputasse em 2011/2012. Se alguém tinha alguma dúvida, a goleada de 6 a 1 sobre o rival Manchester United, na casa do adversário, serviu para acabar com os questionamentos. Duas vitórias sobre o Villarreal, após um começo claudicante na Champions League, foi outro aviso.

Após seguidas demissões de treinadores, o Manchester City deu confiança a Roberto Mancini, que encontrou no 4-2-3-1 a melhor formação para a equipe azul. O sistema, ao mesmo tempo protege bem a zaga, já que 9 jogadores marcam, garante muita movimentação do meio para a frente.

Barry e Yaya Toure (foto) são volantes com qualidade no passe e que tem boa chegada a frente (principalmente o marfinense). A frente deles, o trio de meias não guarda posição fixa. David Silva, Milner (ou Nasri) e Aguero se mexem muito e dificultam a marcação adversária.

Mais do que um técnico de confiança e um sistema de jogo eficiente, um time que se dispõe a brigar por todos os títulos tem de contar com estrelas que decidam jogos. O City conta. Enquanto Aguero é artilheiro da Premier League, David Silva é o melhor jogador da competição até o momento. O espanhol, que é parece ser uma cópia de Iniesta, está em todos os cantos do campo, cria, chega a frente a ainda marca seus golzinhos. Na frente, Dzeko e Balotelli estão colocando as bolas na rede, que é função primordial do centroavante.

Um time de grandeza mundial tem de ter elenco. O City tem. Nasri ficou no banco contra os Red Devils, assim como Dzeko. Os dois, assim como Kolarov, Kolo Toure. Adam Johnson e De Jong (reservas na maioria dos jogos), seriam em titulares em muitos times do mundo. A profundidade do plantel é tão grande que, o melhor jogador do time na temporada passada, Carlitos Tevez, já é descartável.

Apesar da liderança com cinco pontos de vantagem na Premier League, nada está ganho, longe disso. Na Liga dos Campeões, a situação também não é tranqüila. O confronto contra o Napoli, fora de casa, na próxima rodada, será decisivo para o futuro do City.

Mesmo assim, o mundo ganhou mais um time que é olhado com muito respeito e até com medo pelos adversários. E esse time é o Manchester City.